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Dr. Phillipe Heckler – Urologista

Homem com dor lombar causada por pedra nos rins, ilustrando a importância da investigação metabólica para cálculo renal

Investigação metabólica para cálculo renal: entenda as causas dos cálculos 

A investigação metabólica para cálculo renal é uma análise importante para pacientes que sofrem com pedra nos rins repetidamente, porque ela permite descobrir por que os cálculos estão se formando e quais alterações no organismo favorecem esse processo.

Quem convive com episódios recorrentes de cólica renal, aquela dor intensa que paralisa a rotina e provoca desconforto ao ir ao banheiro, entender a origem do problema é essencial para interromper o ciclo.

No geral, o cálculo renal costuma ser consequência de alterações metabólicas, urinárias, alimentares ou genéticas que continuam presentes mesmo após a cirurgia ou eliminação espontânea do cálculo.

Por isso, a investigação conduzida por um especialista faz toda a diferença para identificar as causas de pedra nos rins e construir um plano personalizado de prevenção.

O que é a investigação metabólica de cálculo renal?

A investigação metabólica para cálculo renal é um conjunto de exames e avaliações clínicas utilizado para identificar alterações do organismo que favorecem a formação de pedras nos rins, chamado de litíase renal.

Em muitos casos de litíase renal, o corpo elimina excesso de cálcio, oxalato, ácido úrico ou outras substâncias pela urina. Quando isso acontece de maneira persistente, pequenos cristais começam a se formar dentro dos rins. Com o tempo, esses cristais aumentam e originam os cálculos renais.

Além disso, fatores como baixo volume urinário, infecções urinárias frequentes, alterações hormonais e até predisposição genética podem contribuir para a doença.

Para que serve a avaliação metabólica urinária?

A avaliação metabólica urinária serve para compreender quais alterações químicas estão acontecendo na urina do paciente e como elas favorecem a formação dos cálculos. O exame ajuda o urologista a montar um plano de tratamento para a prevenção de cálculo renal.

Em pacientes com recorrência, esse cuidado é ainda mais importante. Afinal, quem já teve pedra nos rins possui risco aumentado de desenvolver novos episódios ao longo da vida.

Dessa forma, a investigação metabólica de cálculo renal permite identificar:

  • excesso de cálcio urinário;
  • alterações no ácido úrico;
  • baixo nível de citrato na urina;
  • alterações no pH urinário;
  • excesso de oxalato;
  • baixa ingestão de líquidos;
  • distúrbios hormonais;
  • e outras tendências.

Quando é indicado fazer?

A investigação costuma ser indicada principalmente para pacientes com cálculo renal recorrente, mas não apenas nesses casos.

O exame também pode ser recomendado para:

  • Pacientes com histórico familiar de cálculos;
  • Casos de cálculos bilaterais;
  • Formação de pedras em idade jovem;
  • Pacientes com cálculos grandes ou coraliformes;
  • Pessoas com doenças metabólicas associadas;
  • Pacientes com alterações urinárias frequentes.

Além disso, indivíduos com obesidade, diabetes, síndrome metabólica, doenças intestinais ou hábitos alimentares ruins possuem maior risco de desenvolver o cálculo renal.

Por que a pedra nos rins volta?

A pedra nos rins volta porque, na maioria das vezes, a causa metabólica que originou o cálculo continua presente no organismo. Retirar a pedra resolve a consequência, mas não necessariamente elimina o fator que levou à sua formação.

As principais causas de pedra nos rins recorrente são:

  • baixa ingestão de água;
  • dieta rica em sal;
  • excesso de proteína animal;
  • consumo exagerado de ultraprocessados;
  • alterações hormonais;
  • ácido úrico elevado;
  • predisposição genética;
  • infecções urinárias; entre outras causas.

A herança genética possui forte influência na formação de pedras nos rins. Um estudo publicado no Journal of the American Society of Nephrology, demonstrou que pessoas com familiares que tiveram cálculos renais apresentam risco até 2 vezes maior de desenvolver a doença.

Além disso, o estilo de vida contribui para o aumento dos casos quando há rotinas corridas, pouca ingestão de água e alimentação rica em sódio.

Como é feito o exame de avaliação metabólica?

A avaliação metabólica é feita com uma consulta clínica, exames laboratoriais e análise da urina. Os principais exames laboratoriais para cálculo renal são:

  • Exames de sangue;
  • Urina tipo 1;
  • Urocultura;
  • Urina de 24 horas;
  • Dosagem de cálcio;
  • Dosagem de ácido úrico;
  • Citrato urinário;
  • Oxalato urinário;
  • Sódio urinário;
  • Avaliação hormonal.

A urina de 24 horas é um dos exames mais importantes para identificar o perfil metabólico de cálculo renal, porque permite medir exatamente quais substâncias estão sendo eliminadas ao longo do dia.

Além disso, sempre que possível, o cálculo eliminado pelo paciente deve passar por análise cristalográfica. Isso ajuda a identificar sua composição e direcionar o tratamento preventivo.

Como tratar pedras nos rins recorrentes?

Em muitos casos, pequenas pedras podem ser eliminadas naturalmente com aumento de ingestão de água, medicamentos para facilitar a expulsão do cálculo e controle da dor. 

Porém, quando os cálculos causam obstrução urinária, infecções, crises intensas de cólica renal, pode ser necessário realizar procedimentos.

Entre os principais tratamentos para pedra nos rins estão:

  • Litotripsia extracorpórea por ondas de choque;
  • Ureteroscopia flexível a laser;
  • Nefrolitotomia percutânea;
  • Cirurgia minimamente invasiva;
  • Reeducação alimentar e correção de alterações metabólicas.

Mas antes de definir qualquer tratamento, é fundamental entender, por meio da investigação metabólica, o tamanho e a localização do cálculo, intensidade dos sintomas, frequência das recorrências, composição da pedra, histórico familiar, alimentação, etc.

A ureteroscopia flexível a laser, por exemplo, se tornou um dos tratamentos mais avançados para pedras nos rins e ureteres. Nesse procedimento, um aparelho fino e flexível é introduzido pelas vias urinárias, sem grandes cortes, permitindo localizar o cálculo e fragmentá-lo com laser de alta potência. Muitos pacientes recebem alta hospitalar no mesmo dia. 

Nos casos de cálculos volumosos, coraliformes ou de anatomia mais complexa, a nefrolitotomia percutânea pode ser indicada. Esse procedimento permite acessar o rim através de uma pequena incisão nas costas para remover grandes cálculos.

Marque sua consulta e faça uma investigação

O Dr. Phillipe Heckler atua como urologista em Campinas principalmente na prevenção e no acompanhamento dos pacientes com cálculo renal recorrente.

Com mais de 15 anos de experiência, ele é especialista em cirurgias de cálculo renal em Campinas SP e já realizou mais de 5.500 procedimentos.

Marque sua consulta com o Dr. Phillipe e tenha um acompanhamento próximo para recuperar a qualidade de vida e aliviar a dor nos rins de forma mais duradoura. Agende sua investigação metabólica!

Perguntas frequentes

Onde fazer investigação metabólica para cálculo renal em Campinas?

O Dr. Phillipe Heckler atende em Campinas-SP, fazendo investigação metabólica para cálculo renal, análise do perfil metabólico e acompanhamento preventivo para pacientes com pedras recorrentes.

Qual o melhor exame para detectar cálculo renal?

A tomografia computadorizada sem contraste é considerada o exame mais preciso para identificar cálculos renais, pois consegue detectar até pedras pequenas e avaliar sua localização com detalhes. Além dela, exames como ultrassom, raio-X e exames laboratoriais também podem fazer parte da investigação.

Quais os sintomas de cálculo renal?

Os sintomas mais comuns incluem dor intensa na região lombar, dor que irradia para a virilha, sangue na urina, náuseas, vômitos, ardência ao urinar e aumento da frequência urinária. Em alguns casos, também pode ocorrer febre, principalmente quando existe infecção associada.

Quais os riscos de não tratar pedras nos rins recorrentes?

Quando não tratados, os cálculos renais recorrentes podem causar obstrução urinária, infecções, crises intensas de cólica renal e até comprometimento da função dos rins. Além disso, a recorrência tende a aumentar o tamanho e a complexidade dos cálculos ao longo do tempo.

Quem já teve pedra nos rins pode evitar novas crises?

Sim. Com acompanhamento especializado, investigação metabólica e mudanças na alimentação e nos hábitos de vida, é possível reduzir o risco de formação de novos cálculos. A prevenção é uma das etapas mais importantes no tratamento da litíase renal recorrente.

Veja também: Pedra nos rins sintomas iniciais | Cirurgia a laser para pedra nos rins – pós-operatório

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